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sábado, 10 de outubro de 2015

Crase quando devo usar - Guia para concursos públicos e ENEM

Meu mais recente livro foi publicado. E com ele muitas pessoas terão condições de aprender sobre como usar a crase.

O uso da crase é um dos aspectos da língua portuguesa que apresenta muitas dúvidas e questionamentos devido ao grande número de regras quanto ao uso, quanto ao uso facultativo e quanto às exceções. São muitas informações com as quais nos deparamos e podem trazer muitas confusões sobre usar ou não usar a crase em determinada sentença, segundo as regras gramaticais da língua escrita. E é imprescindível, dominar as regras da colocação de crase!
Assim, essa obra traz as regras de uso da crase de maneira mais clara, e com exercícios e atividades com gabarito ao final para que todos possam aprender de maneira pratica, visando a aprovação em concursos públicos e nos exames do ENEM.
Comprem o livro no link abaixo:

https://www.clubedeautores.com.br/book/195655--Crase_quando_devo_usar#.Vhmji_lVikp

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

BOLO ECONÔMICO

A pedidos de amigos de como fazer hum bolo econômico e gostoso. Vai ai a Receita.


INGREDIENTES

02 xícaras (chá) farinha de trigo
01 xícara (chá) de maizena
01 1/2 de Açúcar
01 ovo
leite
01 colher (sopa) de fermento em Pó (Pó royal)

MODO DE FAZER

Peneire bem à Farinha de trigo, o fermento e a maizena, A parte, bata bem a manteiga, açúcar e o ovo com algumas colheres de leite.  Mexa Bem.
     Unte uma fôrma derrame toda a massa e leve ao forno para assar.

Cobertura
Glace
1 xícara (chá) de Açúcar de confeiteiro
3 colheres (sopa) de leite
2 colheres (sopa) de suco de limão


Para você cidinha
PIZZA DELICIOSA
INGREDIENTES
2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de maizena
1 ovo
1 colher (sopa) de gordura vegetal ou óleo
3 colheres (chá) de fermento em pó
1/2 xícara (chá) de leite
 Sal a gosto, óleo.

MODO DE FAZER
     Misture a farinha, a maizena e o ovo sem bater e junte o fermento, leite e o sal.
     Amasse ligeiramente para ligar.
     Unte a forma de pizza com óleo e estenda a massa na fôrma.
     Ponha fatias de muzzarela e tomates.
     Podendo, pôr fatias de linguiça calabreza,  presunto, regue bem com óleo de oliva e pulverize com sal e oregano.
     Leve para assar.
obs: o recheio da pizza pode ser de frango, carne etc.

sábado, 19 de julho de 2014

EXERCICIOS DE PLATÃO


EXERCÍCIOS 1º ANO DO ENSINO MÉDIO
TEORIA DAS IDEIAS: A ALEGORIA DA CAVERNA
Introdução
     Platão foi discípulo de Sócrates. Seu nome era Aristocles, e recebeu o pseudônimo de Platão por ter ombros largos. Ele foi responsável por ter escrito todas as ideias de Sócrates, pois este não deixou uma linha sequer. Sua obra apresenta-se em diálogos, característica da dialética. Ele fundou sua própria escola de filosofia chamada Academia, onde se ensinava matemática e ginástica além da própria filosofia.
TEORIA DO CONHECIMENTO: teoria das reminiscências – uma alma imortal
Mundo das ideias e Mundo dos sentidos

     Uma das primeiras preocupações de Platão era a relação entre o ETERNO E IMUTÁVEL, de um lado, e O QUE FLUI de outro. Enquanto os sofistas consideravam questões a respeito da moral do homem e os ideais ou virtudes da sociedade como algo que se modificava de cidade-Estado para cidade-Estadado e de geração para geração, Sócrates acreditava em regras ou normas eternas. Portanto, Platão seguindo a mesma orientação de seu mestre vai se preocupar com o ETERNO E IMUTÁVEL tanto na natureza quanto na moral e na sociedade. Sendo assim, ele fará uma divisão entre dois mundos, ou seja, Platão defende um dualismo psicofísico no que se refere ao homem, ou seja, a alma, como pertencente ao mundo das ideias, é Imortal; enquanto o corpo, como pertencente ao mundo dos sentidos, é perecível. Sendo assim, segundo a visão platônica, as ideias são inatas, estão adormecidas até que se entre em contato com o mundo concreto. É a chamada teoria das reminiscências.
     O mundo da natureza é para Platão um “mundo dos sentidos”, feito de material sujeito a corrosão do tempo; neste mundo tudo flui e é passageiro. Porém existe um outro mundo feito de formas eternas e imutáveis, este mundo é o mundo das ideias. A estas formas, “imagens padrão”, das ideias. Imagens primordiais, Platão chamou de “mundo das ideias”. O mundo dos sentidos seria apenas uma cópia imperfeita do mundo das ideias. É o caminho do filósofo deve compreender a passagem do mundo dos sentidos imperfeitos, enganoso e feito de opiniões incertas, para o mundo das ideias, feito de um conhecimento seguro que reconhecemos com a razão. Podemos dizer que: a razão é eternas e universal, justamente porque elas só se manifesta sobre dados que são eternos e universais.
DIALÉTICA PLAÔNICA
     A primeira etapa do processo de conhecimento é dominada pelas impressões ou sensações advindas dos sentidos. Essas impressões sensíveis são responsáveis pela opinião que temos da realidade. A opinião (DOXA) representa o saber que temos sem tê-lo procurado metodicamente, ou seja, senso comum.
     O conhecimento, entretanto, para ser autêntico, deve ultrapassar a esfera das impressões sensoriais, o plano da opinião, e penetrar na esfera racional da sabedoria, o mundo das ideias. Para atingir esse mundo, o homem não pode ter apenas “amor às opiniões” (filodoxia”); precisa possuir um “amor ao saber” (filosofia).
     O método proposto por Platão para atingir o conhecimento autêntico (epísteme) é a dialética. A dialética consiste na contraposição de uma opinião com a crítica que dela podemos fazer, ou seja, na afirmação de uma tese qualquer seguida de um discussão e negação desta tese, com o objetivo de purificá-la dos erros e equívocos. Segundo Platão todos os objetivos sensíveis possuem caráter contraditório, pois o intermédio entre o ser e o não-ser e apropriados como objeto de opinião mas não de conhecimento, ou seja, o que é belo é também, sob certo aspecto, feio; o que é justo é, sob certo aspecto injusto, e assim por diante.

TERORIA POLÍTICA
A REPÚBLICA
     Platão cria um Estado idealizado e utópico, em um desejo de reconstrução da POLIS grega. Como característica deste Estado, defende a abolição da família e da propriedade privada, direitos iguais para as mulheres e educação das crianças através de um sistema público. Ele cria um sistema classista e uma sofocracia na sociedade, estabelecendo uma comparação entre o corpo, a alma e o Estado.
CORPO
ALMA
VIRTUDE
ESTADO
CABEÇA
RAZÃO
SABEDORIA
GOVERMANTES (filósofos)
PEITO
VONTADE
CORAGEM
GUERREIROS (sendinelas)
BAIXO-VENTRE
DESEJO
TEMPERANÇA
TRABALHADORES
(comerciantes, artesão e agricultores)

    A organização dessa sociedade classista aconteceria da escola. Haveria um processo de seleção ao longo da formação acadênica. Ao completar vinte anos, os alunos que nomes se destacassem seriam considerados como alma de bronze e representariam os TRABALHADORES
Completados mais dez anos de estudo, aqueles que menos destacaram seriam considerados como alma de prata e representariam os GUERREIROS. Os mais notáveis que sobrariam destes cortes, por terem alma de ouro, seriam escolhidos o corpo supremo dos magistrados, aqueles que ficariam responsáveis pelo governo da cidade.
O MITO DA CAVERNA.
  • Para compreendermos de forma mais sintética a filosofia de Platão, usarei aqui um resumo do livro VII de A República, onde Platão, de forma alegórica, no “mito da caverna”, expõe suas ideias:
  • Mito da Caverna. Resumo: Platão imagina uma caverna onde estão acorrentados os homens desde a infância, de tal forma que, não podendo se voltar para a entrada, apenas enxergam o fundo da caverna. Aí são projetadas as sombras das coisas que passam às suas costas, onde há uma fogueira. Se um desses homens conseguisse se soltar das correntes para contemplar à luz do dia os verdadeiros objetos, quando regressasse, relatando o que viu aos seus antigos companheiros, esses o tomariam por louco, não acreditando em suas palavras.

  • Dois pontos de vista para analisar este mito:
    1. Epistemológico: relativo ao conhecimento
    2. Político: relativo ao poder

Da epistemologia:
Teoria das Ideias:
Mundo inteligível (das idéias)
Mundo sensível (fenômenos)
O mundo sensível é o da multiplicidade, movimento, ilusório, sombra do verdadeiro mundo.
EXEMPLO: Mesmo se percebermos inúmeras abelhas de tipos diferentes, a ideia de abelha deve ser uma, imutável e verdadeira realidade.
Acima de todo mundo ilusório há o mundo das ideias gerais, essências imutáveis que se alcança por depuração dos enganos e dos sentidos.
O mundo sensível, portanto, é meramente uma cópia do mundo das ideia.
EXEMPLO: Um cavalo é um cavalo pois participa da ideia de cavalo, ou seja, depende da ideia de cavalo para existir. (teoria da participação)
Hierarquia das ideias:
Bem ß Suprema Beleza
|||
Todas as outras Ideias
Mundo das Ideias: o ser Parmenídeo (imutável; infinito e imóvel)
Mundo dos fenômenos: o ser heraclitiano (inconstante,móvel)

Como é possível alcançar as ideias estando no mundo sensível?
Todos já viveram no mundo das ideias, mas se esqueceram por passarem a viver em corpos (túmulo da alma) no mundo sensível.
Os sentidos devem ser usados para fazer despertar nas almas as ideias adormecidas. (teoria da reminiscência)

Da política:
O filosofo, tendo se libertado e contemplado a verdadeira realidade, passando da opinião (doxa) à ciência (episteme) deve retornar ao meio dos homens para orientá-los.
Para Platão, a democracia ateniense não é um governo justo, dado que condenou Sócrates à morte. Em sua obra A república, formula um governo (justo) onde os filósofos seriam os governantes.

EXERCÍCIOS

Questão 01
O trecho a seguir, do diálogo platônico Fédon, concerne ao modo de aquisição do conhecimento. “É preciso, portanto, que tenhamos conhecido a igualdade antes do tempo em que, vendo pela primeira vez objetos iguais, observamos que todos eles se esforçavam por alcançá-la, porém lhe eram inferiores.” PLATÃO. Fédon. Trad. de Carlos Alberto Nunes. Belém: EDUFPA, 2002, p. 275, 75a.
A partir do fragmento apresentado, marque a alternativa que expressa corretamente o pensamento de Platão sobre o conhecimento.
A) Platão distingue uma realidade inteligível de outra sensível. O conhecimento de todas as coisas só é possível porque as percepções advindas dos sentidos desencadeiam a reminiscência das Formas inteligíveis, apreendidas pela razão antes do nascimento.
B) Platão não distingue a realidade inteligível de outra sensível. O conhecimento é o produto das sensações. O conhecimento nada mais é do que a reminiscência dessas sensações.
C) Platão distingue duas ordens de realidade: o mundo sensível e a alma. O conhecimento de todas as coisas só é possível porque as sensações informam a alma sobre o mundo sensível e, a partir disso, formam a reminiscência.
D) Platão distingue duas ordens de realidade: o mundo sensível e o mundo dos deuses. O conhecimento só é possível porque a alma recebe uma informação divina antes que tenha percebido os objetos sensíveis, pois todo conhecimento vem dos deuses.
QUESTÃO 02
Platão (428 – 347 a.C.), discípulo de Sócrates e mestre de Aristóteles, fundador da Academia, é até hoje um dos filósofos mais importantes da história da filosofia. Círculos culturais e intelectuais no mundo inteiro dedicam-se a estudar sua obra.
Sobre o modo como Platão expressou seu pensamento, assinale a alternativa correta.
A) Platão jamais escreveu textos filosóficos.
B) Platão escreveu textos filosóficos na forma de romances.
C) Platão escreveu textos filosóficos na forma de poesias.
D) Platão escreveu textos filosóficos na forma de diálogos.
QUESTÃO 03
A opinião (doxa, em grego), no pensamento de Platão (427-347 a.C.) representa um saber sem fundamentação metódica. É um saber que possui sua origem
A) nos mitos religiosos, lendas e poemas da Grécia arcaica.
B) nas impressões ou sensações advindas da experiência sensível.
C) no discurso dos sofistas na época da democracia ateniense.
D) num saber eclético, proveniente de algumas idéias dos filósofos pré-socráticos.
QUESTÃO 04
Sobre a alegoria da caverna de Platão pode-se afirmar que
A) o filósofo deve ter uma vida exclusivamente contemplativa.
B) a educação do filósofo visa também à atividade política.
C) os sentidos são fundamentais para o conhecimento.
D) qualquer um pode encontrar em si mesmo, pela intuição, a luz para o conhecimento.
QUESTÃO 05
“(…) Que pensamentos então que aconteceria, disse ela, se a alguém ocorresse contemplar o próprio belo, nítido, puro, simples, e não repleto de carnes, humanas, de cores e outras muitas ninharias mortais, mas o próprio divino belo pudesse em sua forma única contemplar? Porventura pensas, disse, que é vida vã a de um homem olhar naquela direção e aquele objeto,
com aquilo [a alma] com que deve, quando o contempla e com ele convive? Ou não consideras, disse ela, que somente então, quando vir o belo com aquilo com que este pode ser visto, ocorrer-lhe-á produzir não sombras de virtude, porque não é em sombras que estará tocando, mas reais virtudes, porque é no real que estará tocando?” Platão. O Banquete. Trad. José Cavalcante de Souza. São Paulo: Abril Cultural, 1979, pp.42-43.
A partir do trecho de Platão, analise as assertivas abaixo:
I – O belo verdadeiro para Platão encontra-se no conhecimento obtido pela observação das coisas humanas.
II – A contemplação do belo puro e simples é atingida por meio da alma.
III – Cores e sombras são virtudes reais, visto que se possa, ao tocar nelas, tocar no próprio real.
IV – Há, como na Alegoria da Caverna, uma relação direta para Platão entre o conhecimento e a virtude.
Assinale a alternativa que contém as assertivas corretas.
A) I e II são corretas.
B) II e IV são corretas.
C) III e IV são corretas.
D) I, II e III são corretas.
QUESTÃO 06
“Todo aquele que ama o saber conhece por experiência que, quando a filosofia toma conta de uma alma, vai encontrá-la prisioneira do seu corpo, totalmente grudada a ele. Vê que, impelida a observar os seres, não em
si e por si, mas por meio desse seu caráter, paira por isso na mais completa ignorância. Mas mais se dá ainda
conta do absurdo de tal prisão: é que ela não tem outra razão de ser senão o desejo do próprio prisioneiro, que é assim levado a colaborar da maneira mais segura, no seu próprio encarceramento”. Platão, Fédon. Trad. Maria Tereza S. de Azevedo. Brasília: UnB, 2000, p. 66.
Após analisar o texto acima, assinale a alternativa correta.
A) A ignorância é fruto da observação do que é em si e por si.
B) A filosofia para Platão é inata, não sendo necessário nenhum esforço de quem a ela se dedica para obtêla.
C) A alma encontra-se prisioneira do corpo por desejo do próprio homem.
D) A alma do filósofo encontra-se desde o início liberta dos entraves do corpo como o demonstram, claramente, a Alegoria da Caverna e o texto acima.

QUESTÃO 07
Leia o trecho abaixo.
E que existe o belo em si, e o bom em si, e, do mesmo modo, relativamente a todas as coisas que então postulamos como múltiplas, e, inversamente, postulamos que a cada uma corresponde uma ideia, que é única, e chamamos-lhe a sua essência (507b-c). PLATÃO. República. Trad. de Maria Helena da Rocha Pereira. 8ª ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. 1996.
Marque a alternativa que expressa corretamente o pensamento de Platão.
A) Somente por meio dos sentidos, em especial da visão, pode o filósofo obter o conhecimento das ideias.
B) No pensamento platônico, o conhecimento das ideias permite ao filósofo discernir a unidade inteligível em face da multiplicidade sensível.
C) Para que a alma humana alcance o conhecimento das ideias, ela deve elevar-se às alturas do inteligível, o que somente é possível após a morte ou por meio do contato com os deuses gregos.
D) Tanto a dialética quanto a matemática elevam o conhecimento ao inteligível; mas, somente a matemática, por seu caráter abstrato, conduz a alma ao princípio supremo: a ideia de Bem.
QUESTÃO 8
Com relação à filosofia de Platão, assinale a alternativa INCORRETA.
a) Para Platão, o mundo das ideias se refere ao Ser de Parmênides, e o mundo sensível ao devir de Heráclito.
b)  Platão tenta superar a oposição instalada entre a mobilidade e devir do Ser de Parmênides e a imutabilidade e identidade do fluxo de Heráclito.
c) Na filosofia de Platão, o mundo das ideias é a verdadeira realidade, já o mundo sensível é apenas sombra, cópia das  ideias.
d) Platão afirma que a alma humana antes de “quedar”, vir a este mundo, contemplou o mundo inteligível, onde conheceu as ideias verdadeiras, por isso, para ele conhecer é relembrar o mundo das ideias.
QUESTÃO 09
É correto afirmar que Platão teve importância periférica na Filosofia?
a) Sim, e isso se torna evidente com a Filosofia Moderna.
b) Sim, e isso se torna evidente com a Filosofia Contemporânea.
c) Não. Platão foi uma das bases da Filosofia
d) Não. Platão um mero filósofo.
QUESTÃO 10
Platão acreditava em reencarnação?
a) Nunca sequer considerou tal hipótese.
b) Não, Platão era ateu.
c) Sim, o filósofo aceitava esta concepção
d) Sim, Platão não aceitava esta ideia.